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Bem-vindo ao mundo

O Despertar

O mundo não começou quando você chegou.

Você desperta em um mundo desconhecido. Diante de seus olhos estendem-se terras vastas, reinos em constante transformação e mistérios que aguardam aqueles dispostos a desvendá-los. Este é Midgard, um mundo onde magia, criaturas ancestrais, Entidades e povos de diferentes origens coexistem enquanto forças invisíveis disputam o destino da realidade. Independentemente de quem você foi antes, sua verdadeira jornada começa agora.

Em Midgard, ninguém nasce destinado à grandeza. Seu nome será construído através de suas escolhas, alianças, vitórias, derrotas e da forma como decidir enfrentar os desafios deste mundo. Ao longo de sua aventura você encontrará cidades, reinos, ordens, cultos, ruínas esquecidas e personagens com objetivos próprios. Alguns se tornarão aliados, outros inimigos. Os grandes segredos de Midgard não serão entregues facilmente.

A história, marco a marco

Cronologia

Cronologia de Midgard

Os acontecimentos que moldaram Midgard, era por era. Filtre por tipo, abra um marco para ler a história inteira e siga para a ficha de quem esteve envolvido.

  1. Sem ordem nem caos, apenas criação — e, de cada perfeição, um erro que escapava.

    Não havia ordem, não havia caos, apenas criação. E o Deus Sapo criava buscando a perfeição absoluta.

    Mas toda vez que algo perfeito surgia, erros escapavam. Esses erros não eram falhas comuns: eram fragmentos de vontade, conceito e poder.

    Foi nesse acaso que Midgard nasceu. Sem destino, sem profecia. Apenas coincidências que, somadas, criaram um mundo.

  2. Os erros retirados das criações ganharam forma própria: nasciam as Entidades.

    Quando o Deus Sapo retirava os erros de suas criações, esses erros ganhavam forma própria.

    Assim nasceram as Entidades: seres de poder imensurável, não criados por intenção, mas por consequência. Elas não governam por desejo — elas equilibram porque existem.

    Enquanto isso, a Entidade da Ganância moldava os sentimentos mortais: desejo, ambição, inveja, apego. Para as outras Entidades, isso era um defeito. Mas foi esse defeito que deu origem à humanidade como ela é.

    Acima de todas, observando em silêncio, estava a Entidade da Sabedoria: uma biblioteca viva, detentora de todo conhecimento que já existiu… e do que ainda existirá.

  3. Um plano entre o fim e o recomeço, cujo ciclo caiu sobre a Raposa.

    A Raposa: uma figura de orelhas de raposa, cabelos alaranjados e olhos amarelos, com marcas no rosto, sobre um fundo de luz estrelada

    Para que o ciclo não se rompesse, surgiu o Reino Espiritual, um plano entre o fim e o recomeço. Um lugar de passagem, feito para que as almas pudessem renascer.

    O controle desse ciclo caiu sobre a Entidade do Caos, conhecida como a Raposa. Não foi uma escolha. Foi uma bola de neve.

    Cada alma que retorna à vida exige uma troca equivalente. Toda interferência tem um preço — até mesmo para a Raposa. Com o tempo, muitas almas passaram a resistir à partida, recusando-se a deixar o Reino Espiritual. A ponte começou a ruir… e a Raposa tornou-se dependente do Reino Espiritual, assim como ele passou a depender dela.

  4. Com a decadência da Morte, guiar as almas também recaiu sobre o Caos.

    Antes, a Entidade da Morte guiava as almas até a ponte do Reino Espiritual.

    Mas com sua decadência, essa tarefa também foi lançada sobre o Caos, aumentando ainda mais o peso do equilíbrio que a Raposa carregava.

  1. Nidavellir, Florys, Ethérya e Valzeheim em disputa por influência, território e sobrevivência.

    A Primeira Grande Era foi um período marcado por intensos conflitos entre os grandes poderes de Midgard.

    Durante essa época, os reinos de Nidavellir, Florys, Ethérya e o poderoso Império de Valzeheim disputavam influência, território e sobrevivência.

  2. Um pacto com o Espírito de Florys selou aquele que governou grande parte do mundo.

    Para conter a ameaça representada por seu poder, foi firmado um pacto envolvendo o Espírito de Florys, garantindo a proteção do reino e o selamento daquele que um dia governou grande parte do mundo conhecido.

    Foi um dos dois acontecimentos que mudariam a história para sempre — o outro foi a queda de Valzeheim.

  3. O Império caiu, e Midgard conheceu uma paz que jamais seria permanente.

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    A queda do Império de Valzeheim

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    O auge da Primeira Grande Era culminou na queda de Valzeheim, o Império que disputava influência com Nidavellir, Florys e Ethérya.

    Com o fim das grandes guerras, Midgard entrou em um período de relativa estabilidade. Contudo, essa paz jamais seria permanente.

  4. Uma nova raça alterou o equilíbrio entre os povos e abriu caminho para futuras disputas.

    Durante os anos seguintes à queda de Valzeheim, novas forças começaram a surgir.

    A principal delas foi a chegada dos Metamorfos, uma raça que alteraria o equilíbrio entre os povos e abriria caminho para futuras disputas.

    Décadas se passaram, e as incertezas entre os Reinos foram crescendo cada vez mais.

  5. Um evento social que muitos historiadores apontam como o início das transformações da era seguinte.

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    O Baile das Máscaras

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    Próximo ao fim da Primeira Grande Era ocorreu o famoso Baile das Máscaras.

    Embora inicialmente visto apenas como um grande evento social, muitos historiadores consideram aquele momento como o verdadeiro início das transformações que moldariam a era seguinte.

    Segredos foram revelados, alianças foram quebradas e antigas forças voltaram a se movimentar nas sombras.

  6. O conflito mais devastador enfrentado pelos Despertados — e o fim da Primeira Grande Era.

    Pouco tempo depois do Baile, Midgard testemunhou a Guerra dos Marcados, um dos conflitos mais devastadores já enfrentados pelos Despertados.

    O evento resultou em inúmeras mortes, desaparecimentos e perdas irreparáveis, deixando cicatrizes que permaneceriam por gerações.

    Assim, a Primeira Grande Era chegou ao seu fim. Não com paz. Mas com a sensação de que algo muito maior estava apenas começando.

  1. Derrotada por uma aliança de Despertados de Hoenn e Arautos do Rei Mago.

    A Entidade da Morte: uma figura encapuzada e esfarrapada, de manto escuro e face pálida luminosa, empunhando um longo cajado sob um céu carregado

    Diferente da era anterior, em que os conflitos eram travados entre reinos, desta vez foram as próprias Entidades que se tornaram alvos das mudanças que assolavam o mundo.

    O primeiro grande acontecimento foi a queda da Entidade da Morte. Após uma série de confrontos e eventos que abalaram o equilíbrio natural da vida e da morte, a Entidade acabou sendo derrotada por uma aliança formada pelos Despertados de Hoenn e pelos Arautos do Rei Mago.

  2. Não uma força só, mas uma rede de interesses — e os Arautos Avellius e Nero.

    Talmur, a Entidade da Sabedoria: um rosto em close, cabelos prateados sobre a testa e olhos de íris azul e dourada, encarando de lado

    Pouco tempo depois, outra perda abalou os céus de Midgard: a queda da Entidade da Sabedoria.

    Diferente da Morte, sua derrota não foi causada por uma única força, mas por uma complexa rede de influências e interesses envolvendo diversos reinos.

    Entre todos os envolvidos, dois nomes ficaram marcados na história: os Arautos Avellius e Nero, considerados peças fundamentais nos acontecimentos que levaram ao fim da Entidade.

  3. Tecnologias novas, conhecimentos proibidos e ambições além dos limites dos reinos mortais.

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    Valerius Arkathys retorna a Midgard

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    O maior símbolo da Segunda Grande Era foi o retorno de Valerius Arkathys.

    Após anos envolto em mistérios, Valerius voltou a agir diretamente em Midgard, trazendo consigo novas tecnologias, conhecimentos proibidos e ambições que ultrapassavam os limites dos reinos mortais.

    Sua presença alterou completamente o equilíbrio político e militar do continente. Entre seus feitos mais marcantes estão a morte do Espírito do Fogo, a destruição de diversos territórios e uma série de negociações instáveis que colocaram reinos inteiros em situações perigosas.

  4. Um Espírito morto e territórios destruídos: o feito mais marcante de Valerius.

    Entre os feitos mais marcantes de Valerius Arkathys estão a morte do Espírito do Fogo e a destruição de diversos territórios.

    Foi uma das perdas que colocaram reinos inteiros em situações perigosas durante a Segunda Grande Era.

  5. Uma poderosa maldição comprometeu o futuro e a estabilidade de Tenebris.

    Durante esse período, Tenebris foi atingida por uma poderosa maldição que afetou seu futuro e sua estabilidade.

  6. A morte da Rainha, ligada ao Arauto Nero, levou Glaciaria à ruína.

    Ao mesmo tempo em que Tenebris sofria sua maldição, Glaciaria enfrentou sua ruína após a morte de sua Rainha.

    Foi um acontecimento diretamente ligado aos eventos desencadeados pela presença do Arauto Nero.

  1. Uma anomalia capaz de ligar realidades — e Loki, que a atravessa.

    Loki, a Entidade da Discórdia: uma figura de elmo dourado de chifres longos, traje verde e ouro e manto de pele branca, sobre um fundo violeta rachado

    Midgard atravessa um dos períodos mais perigosos de sua história. Enquanto os reinos tentam manter a estabilidade, ameaças antigas e novas começam a surgir.

    Entre elas está Loki, uma figura envolta em mistério, cuja existência parece estar ligada a uma anomalia jamais vista: uma fissura dimensional capaz de conectar diferentes realidades.

    Os Arquimagos de Ethérya descobriram que Loki possui a capacidade de atravessar dimensões, utilizando caminhos além da compreensão mortal.

  2. Convocada por Nyeli, Ethérya decretou a Aliança Mundial contra os Metamorfos e Valerius.

    A descoberta sobre Loki levou a Rainha dos Elfos, Nyeli, a convocar reuniões diplomáticas para alertar os reinos sobre os riscos que se aproximam.

    Por meio de decreto, Ethérya declarou oficialmente a criação da Aliança Mundial Yggdrasil, estabelecida com o propósito de unificar os Reinos de Midgard contra as ameaças dos Metamorfos e de Valerius Arkathys.

    Todos os Reinos Externos deverão firmar um Pacto Mágico de Não-Agressão até a eliminação da ameaça, selado sob a autoridade de Ethérya — um elo arcano absoluto.

  3. O ataque era distração: o alvo real era levar Nyeli pela fissura até uma Entidade maior.

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    O ataque de Valerius Arkathys a Ethérya

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    Durante uma das reuniões de Yggdrasil, ocorreu o ataque de Valerius Arkathys.

    Filho do lendário Rei Augustus Arkathys, Valerius sempre foi obcecado pelo conhecimento proibido, pelos segredos da criação e pelos limites da própria realidade. Diferente de seu pai, que enxergava a coroa como um sacrifício em nome do povo, Valerius passou a acreditar que a verdade e a evolução justificavam qualquer preço.

    Foi então que Valerius invadiu Ethérya. O ataque, porém, era apenas uma distração. Seu verdadeiro objetivo era sequestrar a Rainha Nyeli e levá-la através da fissura para a dimensão ligada a Loki, oferecendo-a a uma Entidade maior como parte de um plano ainda desconhecido.

Quem é quem

Entidades e Espíritos

A hierarquia divina, os Espíritos e sua escada própria, os Seres Ascendidos e as figuras que a lore ainda não posicionou — cada uma com ficha.

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