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A Entidade do Limbo: uma figura vista de costas, cabelos longos e claros e suturas atravessando as costas, num ambiente cinzento e enevoado

Nível IV · Grandes Entidades

Shiryū

Entidade do Limbo

O espaço entre o começo e o fim, entre a vida e a morte, observando o mundo com serenidade absoluta.

Hierarquia
Grandes Entidades
Classificação
Nível IV
Domínio
Limbo · O intervalo entre a vida e a morte

Shiryū nasceu de um acidente durante a hibernação da Raposa. Ao tentar recuperar a energia da Morte que estava sendo absorvida de sua própria essência, Yunwau provocou o choque entre duas forças incompatíveis: Caos e Morte.

Em vez de se destruírem, essas energias se reorganizaram e deram origem a uma nova consciência. Assim surgiu Shiryū.

Carregando em si fragmentos da Raposa e da Morte, ele enxerga a vida e a morte como partes de um mesmo fluxo. Para ele, reinos, guerras, impérios e indivíduos são apenas movimentos temporários da existência, destinados a surgir e desaparecer.

Frio, racional e imparcial, Shiryū não é movido por emoções, ambições ou lealdades. Ele age apenas quando acredita que algo ameaça o fluxo natural do mundo. Sua visão dos mortais é marcada por indiferença, considerando sentimentos e desejos como distrações que obscurecem a razão.

Apesar de sua natureza distante, reconhece o peso das responsabilidades da Raposa e demonstra respeito genuíno apenas ao Deus Sapo, compreendendo-o como a origem e o destino final de toda existência.

Conhecido como a Entidade do Limbo, Shiryū representa o espaço entre o começo e o fim, entre a vida e a morte, observando o mundo com serenidade absoluta enquanto tudo segue seu curso inevitável.

Enquanto Yunwau permanecer adormecida, Shiryū também permanecerá em repouso dentro do fluxo espiritual. Quando a Raposa despertar, ele despertará ao seu lado, retornando ao mundo mais uma vez.

Relações

  • Raposa

    Nasceu durante sua hibernação e carrega fragmentos dela; desperta quando ela desperta.

  • Morte

    Carrega fragmentos de sua essência: o choque entre Caos e Morte lhe deu origem.

  • Deus Sapo

    O único a quem demonstra respeito genuíno, como origem e destino final de toda existência.